Livro “The Tactical Knife”

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Segundo pesquisa americana, o segmento que mais cresce dentro do mercado de cutelaria é o de facas táticas ou de combate. Com o livro “The Tactical Knife”, escrito por James Ayres e publicado pela Editora Krause, fica mais fácil entender e conhecer este tipo de faca. Com 40 anos de experiência na área, Ayres condensou neste livro tudo que precisamos saber sobre estas facas: a história de cada faca, o porquê da necessidade de ter a própria faca (ao invés de usar as dotadas pelos exércitos), como escolher a faca ideal para cada situação e também a descrição de usos básicos e manutenção. Vale a pena comprar.
Este livro está a venda via internet na editora www.krausebooks.com.

8 respostas para “ Livro “The Tactical Knife” ”

  1. Marcelo Pereira disse:

    Realmente, o ideal é mesmo saber qual a melhor faca de combate que se adapte à realidade pessoal de cada usuário.
    Muitas vezes uma faca que foi projetada para uso militar não se presta adequadamente para a finalidade de defesa civil, seja pela dificuldade de porte confortável (usar uma Mark II ou uma Tai Pan não é muito confortável), seja pelo estorvo para se conseguir uma bainha adequada e discreta.
    O clima também é outro exemplo de fator a ser levado em conta. Num Rio de Janeiro de 40º Celsius no verão, quem é que vai conseguir usar uma bainha axilar?
    Enfim, é preciso avaliar a situação específica em cada realidade, para se escolher a faca mais conveniente possível.

  2. Rodrigo L. disse:

    Obrigado pela dica, pretendo encomendar um exemplar brevemente.

    Sobre facas militares, a maioria dos projetos prevê o seu uso como ferramentas utilitárias em exercícios de campo e adestramentos. Em combate (opino como pesquisador leigo no tema, nunca lutei em guerras) as facas ficam relegadas a segundo plano, em termos de close quarter battle. É bom saber que a faca está disponível em caso de necessidade, porém não é a primeira opção em combate aproximado.

    Poucas FFAA adotam sistemas oficiais de combate com facas, para a totalidade da tropa; as instruções de CQB concentram-se em uso de baionetas, combate desarmado, armas improvisadas etc. A exceção ficaria por conta das unidades especializadas de OpEsp, as quais realizam treinamentos privados constantemente, possuindo maior liberdade na aquisição e no uso de cutelaria de combate.

    Outro uso seria feito por tripulações de aeronaves de asas rotativas, pequenas embarcações e veículos de transporte de tropas, onde o espaço físico é bem limitado e disputado com outros equipamentos. Nestes casos a faca seria encarada como ferramenta de extricação/resgate e posteriormente como parte vital na sobrevivência, evasão e escape.

    Abraços,
    Rodrigo

  3. Péricles Soliman disse:

    Não troco um bom canivete por faca alguma. Só pela questão de tamanho, já é um diferencial enorme. Mas cada qual com seu qual. No meu caso:
    CANIVETE SEMPRE!
    Abraço a todos!

  4. Marcelo Pereira disse:

    A praticidade e o porte discreto do canivete são insuperáveis, mas uma boa faca numa situação de combate real supera o canivete pela rapidez de saque e pela resistência da lâmina fixa.
    Penso que um complementa o outro e, para defesa pessoal, o canivete é um excelente complemento da faca.

  5. edson disse:

    fico feliz ao ver que voltou !!e com temas superinteressantes, que provocam uma discussão saudavel !!!eu que sou leigo , tenho neste blog uma otima fonte de informações!

  6. Rodrigo L. disse:

    Uma faca de porte diário bem interessante é a CRKT Companion, com bainha de Kydex. A faca Companion é muito similar ao canivete CRKT Crawford/Kasper Fighting Folder, ambas as lâminas tendo sido projetadas com input do saudoso Bob Kasper.

    A empunhadura da faca Companion favorece o posicionamento do polegar na parte superior da lâmina, proporcionando “pegada” muito boa para os adeptos de tal estilo. O canivete possui a excelente trava LAWKS, uma das melhores idéias na cutelaria moderna, na minha humilde opinião.

    Partilho da mesma opinião do colega Marcelo Pereira: os dois designs são complementares, a lâmina fixa na faca Companion e a lâmina dobrável no canivete Crawford/Kasper. O porte da Companion é muito bom, pode ser dissimulada com grande facilidade e rapidamente (mesmo) colocada em ação, conforme o cenário.

    Existem outros exemplos de canivetes e facas com designs assemelhados (Ka-bar, Gerber, Boker etc), citei apenas a CRKT pois tenho mais experiência com esta marca.

    Abraços,
    Rodrigo

  7. Marcio Kurvar disse:

    Bom, eu acho que para cada tipo de trabalho tem que se ter uma ferramenta adequada.
    E no caso das lâminas não é diferente.
    Desde já agradeço.

  8. Paulo Freire disse:

    Recebi o livro antes do feriado da Semana Santa e estou lendo e relendo com vagar. Em princípio gostei muito, ele falas de facas táticas e também aborda canivetes táticos muito difundidos de uns doze anos para cá.
    Aliás eu vi muito uso prático deste tipo de canivete entre os cavaleiros laçadores de diversas raças, como de cavalos Quarto de Milha por exemplo, aonde tenho amigos. Vim a perceber a finalidade tática deles posteriormente em reportagem da revista Magnum.
    Quanto a discussão faca x canivete, concordo plenamente com o pensamento do Marcelo Pereira, especificamente quando ele afirma com propriedade que um complementa o outro, e dependendo do caso concreto, a escolha de um dos dois.

    Abraços,

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