Novos canivetes artesanais Dobruski

Olá pessoal,
Hoje apresento um modelo de canivete do Dobruski com três variações de talas, ou melhor, com talas em três cores diferentes.
Como todo canivete Dobruski, este modelo também é bastante robusto e com linhas marcantes. A lâmina é desbastada em aço inoxidável S30V com tempera perfeita. O fio liso evidencia toda a capacidade de corte (e retenção do corte) quando o angulo do fio é bem feito e a lâmina esmeradamente temperada). O comprimento da lâmina é de 9 centímetros e a espessura de 4 milímetros. Pela espessura já podemos perceber a robustez desta peça. A parte frontal superior da lâmina apresenta falso fio. Observa-se também a rampa feita na parte posterior da lâmina que serve para apoiar o polegar (para uma pega mais firme, tipo sabre) ou até mesmo o dedo indicador, quando usando o canivete para trabalhos delicados. Outro detalhe é furo alongado que auxilia a abertura da lâmina com o dedo polegar. Este furo, com 1,7 centimetros de comprimento, facilita a abertura mesmo quando o usuário está usando luvas táticas ou de couro. 
Agora, falando um pouco da empunhadura. Esta tem sua estrutura feita de chapa de titânio com acabamento rústico. A escolha do titânio tem duas razões principais para ter sido escolhido, primeiro por seu um material totalmente inoxidável e super resistente, segundo por ser extremamente leve (em relação ao aço), aliviando assim grande parte do peso do canivete, sem comprometer sua performance. Quando bem projetado, o peso do cabo fica ligeiramente superior ao peso da lâmina, proporcionando equilibrio à peça, que se traduz em menor fadiga quando se usa o canivete para trabalho mais prolongado ou que exige maior esforço (Não basta ser bonitinho, tem que ser eficiente também).
Para acrescentar um pouco mais de volume ao cabo, Dobruski acrescentou talas de G10 com texturas feitas na máquina. Assim o canivete tem maior aderência a mão, mesmo quando esta está molhada.
A trava da lâmina é o tradicional modelo linear, desenvolvido por Michael Walker no final da década de 80, e hoje em dia utilizado em 9 em cada 10 canivetes produzidos. 
Tenho no estoque três unidades, cada uma com uma cor de tala de G10 diferente. Para o público mais tático ou discreto, a tala de G10 preto (ou quase preto) é ideal. Já a tala azul é recomendada para que gosta de um canivete “social”. Chama a atenção mais como uma peça bem resolvida e, podemos dizer, até mesmo elegante. A tala de cor laranja já é mais procurada por quem realmente vive no mato, seja caçando ou pescando. O laranja ajuda a localizar facilmente o canivete caso este caia na beira do rio ou na trilha.
O canivete vem acompanhado de uma bainha de nylon que pode ser portada na posição vertical ou horizontal, cortesia da Taymo.
22 de Julho de 2008 @ 16:56
Boa tarde Mauro, não sei se estou correto, mas veja que vc escreveu 1,7 milímetros de comprimento no furo bilongo para abertura da lamina. Não seria 1,7 cemtimetros?
Muito bonita peça, legítima para coleção, ou para uso diário. Pena que o preço seja meio salgado, heheh!
Abraço!
Péricles Soliman
22 de Julho de 2008 @ 18:12
Sim, voce está certo, é 1,7 cm. Já fiz a correção.
Quanto ao preço vc está errado, nunca um canivete destes esteve tão barato. Ou melhor, desde 1999. Como estes canivetes geralmente vão para o exterior, o preço é sempre cotado em dólar, e desde 1999 o dólar não teve uma cotação tão baixa.
Abraços
30 de Novembro de 2008 @ 21:46
Olá Mauro - qual o preços dos canivetes ? V teria algum preto em estoque ?